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Campina Grande - PB

Vereador admite dividir a presidência da Câmara de João Pessoa

17/10/2016 às 12:51

Fonte: Da Redação de João Pessoa

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, vereador reeleito pelo Partido Progressista Durval Ferreira, já admite dividir a presidência da Casa.

Como há uma resistência de que ele continue na legislação de 2017 a comandar o Poder Legislativo novamente, o vereador admite uma eleição nos moldes da Assembleia Legislativa, onde houve eleição simultânea para contemplar dois deputados da base aliada do governador Ricardo Coutinho (PSB).

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Foto: Ascom

Durval Ferreira, que já está na presidência da Casa de Napoleão Laureano por quase dez anos, planeja ficar mais dois anos e os outros dois anos seriam divididos com outro parlamentar da base, no caso o mais cotado, vereador reeleito Marcus Vinícius (PSDB), o qual vem defendendo uma alternância de poder.

O tucano já até criou um plano de gestão para administrar a Câmara de Vereadores de João Pessoa e tem conversado com os aliados para receber o apoio necessário à eleição da Mesa Diretora. Marcus Vinícius quer revisar o Regimento Interno da Casa e promete maior paridade no diálogo entre o Legislativo e o Executivo.

Para debelar as críticas que vem recebendo devido ao seu tempo na presidência, tanto da parte dos aliados como da oposição, que agora terá uma bancada maior em 2017, Durval está propondo uma dobradinha com a base aliada, o que provavelmente poderá acontecer porque o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) continua com o maior número de vereadores aliados.

O próprio presidente disse que não tem mais disposição para encarar mais dois mandatos presidenciais, mas quer fechar a sua experiência administrativa concorrendo à reeleição nesta primeira legislatura e se dispõe a apoiar um segundo candidato para a nova composição da Mesa no segundo biênio 2019/2020.

Uma reunião para decidir a questão está marcada para esta terça-feira (18), entre os dois postulantes, Durval Ferreira e Marcus Vinícius.

Ambos estão dispostos ao diálogo, muito embora a campanha já corra solta entre os demais candidatos que também colocaram o nome à disposição, a exemplo de Eliza Virgínia (PSDB) e Helton Renê (PCdoB), caso não haja um consenso na base.

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