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Campina Grande - PB

Semas participa de evento sobre discussão em relação às drogas, em Campina

19/11/2016

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fotos: Codecom/CG

O Projeto Redes, da Fundação Oswaldo Cruz – FioCruz, realizou nesta sexta feira, 18, na Vila do Artesão, em Campina Grande, o evento Discussão Ampliada – o papel do controle social no fortalecimento das políticas públicas intersetoriais sobre drogas.

O programa entra no município através das secretarias de Assistência Social (Semas), Educação e Saúde, Conselhos Setoriais e COMAD, na perspectiva de discutir a política sobre o uso de substâncias psicoativas, fazendo com que o serviço de toda a rede dialogue entre si.

Na oportunidade, foi discutido o controle social do uso de drogas por parte de adultos, crianças e adolescentes, propondo programas municipais de prevenção ao uso indevido e abusivo.

A coordenadora do Projeto Redes, Daniele Cabral, entende que “quanto mais se discute, mais se pensa em estratégias para solucionar a problemática das drogas”.

Ela relatou que o projeto vem acontecendo desde agosto na perspectiva de conversar sobre as políticas sobre drogas. O programa é da FioCruz e também tem parceria com a Universidade Federal de Campina Grande, através do Núcleo de Estudo e Pesquisa.

“O principal objetivo do Projeto Redes é somar forças nas perspectivas que esse sujeito que passa por dificuldade do uso abusivo de drogas e álcool, seja adulto, crianças ou adolescentes. É direcionado principalmente para quem trabalha na abordagem social, como o Ruanda e Centro POP. Para quaisquer dificuldades que existam, podemos trazer essa facilitação, fazendo com que a Rede converse, se conheça e a partir daí os dispositivos discutam os casos e projetos terapêuticos”, disse Daniele.

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A ideia da discussão é conversar sobre a importância da participação popular na construção de políticas sobre drogas, adequando às necessidades do município.

“Estamos vivendo um momento de reconstrução, continuidade, e trazendo investimentos para a política publica sobre drogas no município. Esse é um momento peculiar onde exige uma participação coletiva de trabalhadores da Rede e na sociedade civil”, afirmou Úelma Alexandre, gerente da Criança e Adolescente da Semas.

FONTE: Da Redação com Codecom/CG

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