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Campina Grande - PB

Romero rebate cobrança do diretor do Trauma: “Querem politizar a situação da saúde”

13/10/2016 às 10:06

Fonte: Da Redação*

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), que acabou de ser reeleito para mais 4 anos à frente da Prefeitura, rebateu na manhã de hoje (13) as declarações do diretor do Hospital de Trauma de Campina Grande, dr. Geraldo Medeiros, sobre os aparelhos médicos no Hospital Pedro I.

O dr. Geraldo denunciou nesta manhã que o centro cirúrgico do Pedro I, que teve os serviços municipalizados, era “obsoleto” e só funcionava graças ao Hospital de Trauma, que tinha disponibilizado aparelhos médicos para a realização de cirurgias no local.

Dr. Geraldo, inclusive, cobrou a devolução dos equipamentos emprestados para que as cirurgias torácicas pudessem ser realizadas no Trauma, pois, segundo ele, elas não estão sendo realizadas no Pedro I e nem no hospital da FAP por falta de condições.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Segundo Romero, a Prefeitura já emprestou equipamentos ao Trauma e não “politizou” a questão, nem tornou o assunto público.

– Querem politizar a situação da saúde. Acho isso um equívoco. Apesar de todo o carinho que tenho ao dr. Geraldo, mas isso não é um assunto para estar fazendo “bate-boca” em rádio. Acho que tem problemas mais importantes para ele cuidar. Se temos problemas na cirurgia, por que elas não são realizadas no Trauma? Ninguém está proibindo isso – rebateu o prefeito.

O prefeito afirmou que está tentando viabilizar, junto com a secretaria municipal e o Ministério da Saúde, o aumento do teto das cirurgias no hospital da FAP, para diminuir a fila de espera.

– Agora, ao invés de brigar, vamos se unir para resolver o problema da saúde. Temos que nos unir, dar as mãos – pediu o gestor.

Sobre o dr. Geraldo, Romero declarou que tem mensagens do diretor o elogiando por ter municipalizado os serviços do Pedro I e do hospital Dr. Edgley.

Para o prefeito, os hospitais são públicos e a saúde e o povo de Campina Grande são os mesmos. Ele ainda ressaltou que Campina atende 179 municípios paraibanos, fora pacientes oriundos de outros estados.

*As declarações foram repercutidas na rádio Correio FM.

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