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Campina Grande - PB

Presa suspeita de praticar fraude em contratos de serviços de TV e internet

22/11/2016

Foto: Secom/PB

Foto: Secom/PB

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, prendeu na manhã desta terça-feira (22), no município de Conde, Litoral Sul da Paraíba, Carla Maria Batista da Silva, 19 anos.

Ela é suspeita de praticar fraudes na contratação de serviços de TV por assinatura. As investigações da DDF tiveram início há aproximadamente duas semanas, quando uma das vítimas procurou a delegacia, informando que o seu nome estava negativado no SPC por causa de dívidas não reconhecidas pela vítima.

Depois de um levantamento, os agentes de investigação conseguiram localizar a suspeita, que foi presa em flagrante. Na residência dela, a polícia encontrou o equipamento instalado e diversas faturas em nome de pessoas diferentes.

“Durante a abordagem policial, a suspeita  informou que estaria utilizando os nomes de amigos, a título de “empréstimo”, para as contratações. As denúncias são de que foram feitos contratos fraudulentos de serviços de TV por assinatura e cartões de crédito em várias empresas,. Carla Maria foi presa em flagrante e responderá pelo crime de falsidade ideológica”, informou o delegado Lucas Sá.

A polícia também foi informada que Carla Maria chegou a ameaçar algumas vítimas de morte se denunciassem o caso, por isto ela também vai responder pelo crime de ameaça.

Os policiais vão continuar em diligência para descobrir se a investigada contou com a ajuda de outras pessoas para praticar o crime.

Foto: Secom/PB

Foto: Secom/PB

Os agentes de investigação também vão tentar descobrir se existem mais vítimas ou se algum funcionário da empresa de TV por assinatura foi beneficiado pelas fraudes.

Esta foi a 14ª prisão por fraudes na contratação de serviços de TV e internet por assinatura realizada este ano pela Delegacia de Defraudações e Falsificações da Capital.

A DDF informa à população que a uso indevido de informações de terceiros como, nome, CPF, RG, endereço, poderá corresponder a uma conduta criminosa, com pena de até cinco anos de reclusão.

FONTE: Secom/PB

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