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Campina Grande - PB

Governador acusa deputados da oposição de fazerem discursos de má fé sobre Boqueirão

18/11/2016

O governador Ricardo Coutinho (PSB), que tem sido acusado pela deputada Daniella Ribeiro (PP) de fazer pouco caso com a situação hídrica do município de Campina Grande, rebateu a parlamentar e disse que não é verdade de que em janeiro já não se tenha mais água no Açude de Boqueirão.

Ele creditou o fato à má fé ou à ignorância dos opositores que ficam espalhando o terror.

“Isso é mentira. Em janeiro, Boqueirão deverá estar com vinte milhões de metros cúbicos de água. Isso não é nada, mas ainda dá para mais seis meses de abastecimento em Campina Grande e cidades circunvizinhas”, assegurou.

Segundo ele, os ataques feitos na Assembleia Legislativa não o atingem porque é uma pessoa que aprendeu a ter determinada paciência quando sabe que a verdade não está sendo debatida.

“Qualquer pessoa ou técnico sabe que não tem como fazer uma adutora para um lugar que não existe água e que iria demorar dois anos e meio sob um custo que o Estado e nem o governo federal tem, quando em seis meses se terá água”, avaliou.

O governador garantiu ainda que, neste período, será analisado dia após dia para que a água do São Francisco chegue a Monteiro, através do Rio Paraíba, para encher o Açude de Poções e Camalaú com a construção de duas adutoras.

Foto: Secom/PB

“A água chegando a Monteiro, em onze dias estaria em Boqueirão. Eu não posso fazer um debate que está fora da realidade. Infelizmente, tem alguns parlamentares que ficam alimentando esse mal estar e de dúvidas coletivas. Tem desses que tiveram tanto tempo para fazer e muito pelo contrário, deixaram levar até os canos de Acauã, que hoje não resolveria a situação, desapareceram”, revelou.

Portanto, o governador que disse que segue trabalhando e que tem que ser verdadeiro com as pessoas, pois não pode alimentar debates falsos que não fazem parte da sua história política.

“Eu só lamento que essas pessoas que são representantes do povo deveriam ter o compromisso do bem informar e não de alarmar”, refutou.

FONTE: Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba)

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