...

Campina Grande - PB

Galdino encerra votações e afirma que este ano ALPB bateu recorde em produtividade

30/11/2016

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB) fez uma espécie de balanço das atividades legislativas deste ano e entrega para o próximo presidente Gervásio Maia (PSB) a pauta zerada de votação de matérias.

Com a aprovação da Lei do Orçamento Anual, a partir desta quinta-feira (1º) até o recesso no dia 20, o Legislativo continuará apenas com os trabalhos de realizações de sessões especiais e audiências públicas. Até o encerramento das atividades estão marcados 40 eventos com estes objetivos.

 No seu pronunciamento já em ritmo de despedida do cargo, o presidente Adriano Galdino avaliou que ao longo dos anos de sua gestão, o legislativo bateu o recorde em termos de produção de leis com saldo bastante positivo.

 “Nós batemos todos os recordes de produção legislativa. Isto mostra realmente a dedicação de todos os deputados desta legislatura em busca de uma Paraíba melhor e mais justa para todos”, disse.

Entretanto, o presidente disse que vai apresentar ainda tudo o que foi aprovado este ano, bem como os requerimentos apresentados, os projetos de lei na sua totalidade por deputados para que todos saibam o quanto foi diligente esse período legislativo. “Conseguimos produzir bastante e cumprir com as nossas obrigações legislativas”, avaliou.

O presidente ainda falou sobre as últimas negociações com o Sindicato dos Servidores da Casa que estão lutando pela implantação de um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração e disse não ter tido muita sorte e espera que o próximo presidente a tenha.

“Todas as vezes que eu recebi o sindicato eu cumpri rigorosamente com os acordos, mas sempre fui tratado com deselegância. Mas eu quero encerrar o meu mandato dizendo que acredito que as dificuldades serão muitas porque eu sou o primeiro presidente da crise e não serei o último”, disse.

Galdino explicou ainda que os funcionários terão que entender que aquele tempo em que o presidente que saia fazia uma bondade para o outro pagar é coisa do passado até porque havia condições financeiras para isso.

“Hoje não há mais. A situação é realmente de crise e essa convivência com a crise tem que ser dividida e não se pode botar culpa nos comissionados porque há muitos com mais de vinte e cinco anos de Casa. Eu não sei até que ponto um efetivo com três tem mais direito do que um comissionado com vinte oito anos. É preciso que se faça uma reflexão para que possamos conduzir a Casa atendendo a todos”, completou.

 

FONTE: Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba)

Veja também

Comentários