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Campina Grande - PB

Diretores prisionais acreditam que atuação de facções nos presídios de CG é mínima

09/01/2017 às 14:05

Fonte: Da Redação

Com a repercussão nacional das chacinas ocorridas na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima, e no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, principalmente por causa da superlotação e da atuação de facções criminosas, a preocupação se sobressai para os demais presídios do país.

Em Campina Grande, na Paraíba, o diretor do Presídio do Serrotão, Alexandre Moreira, mostrou uma certa preocupação a respeito da incidência das rebeliões no país, mas assegurou que a equipe que trabalha no presídio está preparada para intervir caso aconteça algum incidente.

Foto: Reprodução/ TV Paraíba -Arquivo

– Primeiramente temos uma preocupação maior durante a revista familiar para que não entre nenhum objeto ilícito. Reforçamos sempre o contingente de agentes para evitar qualquer tipo de motim. O Estado fortaleceu a revista com scanner corporal e de bagagem, com isso já diminui a entrada de ilícitos na unidade – disse.

Com relação as facções criminosas, o diretor comentou que os agentes tentam separar os apenados por artigos ou grupos, mas com a superlotação o trabalho se torna difícil.

Para o diretor do presídio do Monte Santo, Anselmo Vasconcelos, a falta de investimento Federal para melhorias das condições nos presídios é uma realidade e este “é o setor público que só é visto quando dá problema”.

Anselmo também assegura que a influência de facções criminosas no Estado da Paraíba é mínima em relação a outros estados como Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco.

“A Paraíba tem hoje um dos sistemas prisionais mais controlados do país e mesmo com as condições que são fornecidas, o estado consegue ser eficiente”

As declarações foram repercutidas no Jornal Integração.

 

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