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Campina Grande - PB

Deputado paraibano: “A vaquejada não precisa ser extinta”

06/10/2016 às 12:57

Fonte: Da Redação com Ascom

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará nesta quinta-feira (6) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4983, ajuizada pela Procuradoria Geral da República, que pede o fim das vaquejadas no Brasil, sob o argumento de que ela causa maus-tratos aos animais.

A vaquejada além de ser um esporte genuinamente brasileiro, já que ultrapassou os limites do Nordeste, e hoje pode ser encontrada em vários Estados do Norte, Sudeste e Centro-Oeste, está enraizada na cultura nordestina.

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Foto: Ascom

O deputado federal paraibano André Amaral, nessa quarta-feira (5), defendeu no Plenário da Câmara a manutenção da vaquejada, esporte que gera mais de R$ 1 bilhão de receita e 600 mil empregos no país.

“A Vaquejada precisa continuar sua trajetória de desenvolvimento da cultura nacional, de geração de emprego e renda, e da alegria do nosso povo nordestino. A vaquejada não precisa ser extinta, a vaquejada precisa ser regulamentada e humanizada”, afirmou o parlamentar.

Segundo a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ), é preciso ter em mente que os esportistas estão do mesmo lado daqueles que defendem os bons tratos.

“Ninguém quer ver animais sendo maltratados em vaquejadas. Isso é inadmissível”, ressaltou o presidente da ABVAQ, Paulo Fernando Filho (Cuca).

A ABVAQ apresentou um regulamento para o esporte, com o objetivo de que seja implantado em todas as vaquejadas do Brasil, como forma de unificar o pensamento e massificá-lo como regras de um esporte nacional.

Nele, constam regras tradicionais da vaquejada, mas também inovações que certamente ajudarão o esporte a permanecer vivo.

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