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Campina Grande - PB

Coordenador destaca importância da atualização de dados para garantia de benefícios

22/11/2016

Foto: Paraíbaonline

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A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Assistência Social (Semas), deu inicio nesta terça-feira, 22, ao recadastramento do Cadastro Único.

É que a cada dois anos se torna necessária a realização da atualização do NIS (Número de Identificação Social) do grupo familiar. Sendo assim, todas as pessoas que foram cadastradas em 2014 devem procurar a Central do Cadastro Único, localizado na rua Rodrigues Alves, nº 661, no bairro da Prata, ou entrar em contato, através do telefone 3310-6373.

A atualização dos dados do beneficiário deve ser feita sempre que houver mudanças de endereço ou mudança na situação financeira da família. Podem se inserir no Cadastro Único as famílias que tenham renda mensal de até meio salário mínimo.

A documentação exigida é a certidão de casamento ou nascimento, CPF, titulo de eleitor, carteira de trabalho para a verificação de vinculo formal de emprego, contra cheque para quem é prestador de serviço ou funcionário público, fatura de água ou energia atualizada do ultimo mês para entrar na contabilidade das despesas familiares, além de ser um comprovante de residência.

Para crianças e adolescentes que estudam é necessária a declaração atual da escola. O Projeto Presença, da Secretaria Municipal de Educação, verifica a frequência escolar.

O coordenador do Cadastro Único, Rubens Nascimento, relatou que Campina Grande faz um procedimento que tenta extrair os dados reais dos grupos familiares.

“É feita uma exigência mais completa dos documentos das famílias. Geralmente a responsabilidade familiar é atribuída a mãe. Ela tem que apresentar a documentação do seu grupo familiar, esposo ou companheiro, filhos e em alguns casos nora, sogro e sogra. Daí é preciso verificar detalhadamente o grupo familiar. Pode acontecer, por exemplo, a independência financeira de um filho, que mesmo após se casar, ainda mora com seus pais, porém em um anexo da residência, apresentando independência financeira, identificando assim dois grupos familiares”, explicou.

Rubens ressalta que realizar o cadastro ou atualiza-lo não significa tornar-se beneficiário dos programas oferecidos pelo Governo Federal. Após o cadastro, os dados oferecidos pelo responsável familiar são encaminhados para o governo, passando por uma análise.

É a partir dos dados fornecidos ao Cadastro Único que o Governo Federal decidirá se a família necessita do auxilio dos programas para melhorar sua condição de vida.

FONTE: Codecom/CG

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