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Campina Grande - PB

Depois das ruas, vamos às urnas!

01/10/2016 às 9:01

Fonte: Da Redação

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Por Roberto Freire*

Depois de uma intensa e bem sucedida mobilização da sociedade em defesa do impeachment de Dilma Rousseff, é chegado o momento decisivo de o cidadão se manifestar nas urnas e exercer o direito do voto.

Neste domingo, dia 2 de outubro, os brasileiros começam a definir o rumo de suas cidades pelos próximos quatro anos, escolhendo novos prefeitos e vereadores e escrevendo mais uma página importante da nossa democracia.

A cidadania terá mais uma oportunidade efetiva, desta vez por meio do voto, de expressar sua indignação contra o desmantelo e a corrupção do lulopetismo.

Ao que tudo indica, o partido de Lula e Dilma, que vem tendo suas entranhas criminosas expostas pelas investigações da Operação Lava Jato, terá sérias dificuldades e amargará derrotas eleitorais emblemáticas.

Em São Paulo, onde a eleição ultrapassa os limites da metrópole e ganha dimensão nacional, é fundamental derrotarmos o PT de Fernando Haddad, que vem impondo aos paulistanos uma gestão desastrosa nos últimos quatro anos.

O caos na saúde persiste, a falta de vagas nas creches se tornou um drama, a periferia foi abandonada pela administração pública, o programa de combate às drogas lançado pela Prefeitura só agravou o problema na região conhecida como “Cracolândia” e a busca de soluções fáceis para resolver questões complexas foi uma das marcas que simbolizam a incompetência do prefeito. A maior cidade do Brasil, hoje, está em marcha lenta e precisa acelerar.

Em nível nacional, enquanto o PT amarga uma redução significativa na quantidade de candidaturas em relação às eleições municipais de 2012, o PPS disputará o pleito deste ano com mais de 16 mil candidatos em todo o país.

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados na última quarta-feira (28), o partido conta com mais de 400 candidatos a prefeito e cerca de 500 a vice-prefeito, além de outros 15 mil a vereador.

Essa grande presença certamente se deve ao protagonismo assumido pelo PPS, especialmente durante o processo de impeachment, tendo se posicionado desde o início, com coragem e altivez, como opositor firme, sem ódio e sem medo ao lulopetismo.

Também é importante destacar que as eleições deste ano são atípicas, especialmente em decorrência das novas regras impostas pela legislação eleitoral, entre as quais a proibição do financiamento empresarial.

Ao contrário do que alguns imaginam, a mudança foi positiva porque inibiu o predomínio do poder econômico sobre as campanhas, evitando abusos e tornando as disputas, em geral, menos desiguais. Houve, de certa forma, um fortalecimento dos partidos políticos e das propostas e programas apresentados.

Além disso, o novo modelo de financiamento levou a uma fiscalização muito mais eficiente e rigorosa sobre todos os candidatos, até mesmo por parte dos adversários. Isso se deve, inegavelmente, à sociedade brasileira, hoje muito mais atenta e atuante, e ao trabalho de instituições como o Ministério Público, além da própria Justiça Eleitoral, ambos em pleno funcionamento.

A mudança que o país começou a experimentar com o fim do desmantelo causado por Lula e Dilma é um capítulo que continuará a ser escrito neste domingo. Depois de derrotarmos o PT nas ruas, com a mobilização de milhões de brasileiros, e no Congresso Nacional, onde o impeachment foi aprovado na Câmara e no Senado, chegou a hora de darmos o nosso recado nas urnas, por meio do voto.

Este é o momento de virarmos uma triste página de nossa história e continuarmos construindo o futuro. Bom voto a todos.

(*) Presidente nacional do PPS

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