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Campina Grande - PB

Colunista comenta a passagem de dois ministros de Temer por Campina Grande

29/11/2016

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Não é à toa que uma cidade de médio porte recebe, no mesmo dia, dois ministros de Estado.

Mais ainda se esses auxiliares do presidente da República respondem por áreas importantes, como desenvolvimento social e Saúde, responsáveis por carrear para a cidade milhões de reais mensalmente.

Pois bem, os ministros Osmar Terra e Ricardo Barros desembarcaram ontem em Campina Grande sem que as duas principais autoridades municipais estivessem presentes.

O prefeito titular Romero Rodrigues se licenciou no final de semana.

Bem que poderia ter adiado o afastamento para depois da visita, que previamente estava agendada.

O vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima Filho, habitualmente alheio à rotina e ao cotidiano da cidade, e que está na titularidade do mandato, divulgou nota informando que enfrentou um “inusitado problema de saúde” e recebeu recomendação médica para se manter em repouso.

Por discordância com o cerimonial do evento, o vereador-presidente Pimentel Filho (PSD) não ficou ao lado das demais autoridades presentes ontem à solenidade de entrega do novo acelerador linear na FAP.

Na solenidade, o presidente da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), Hélder Macedo, sublinhou que “somos uma instituição que desde 1965 cuida de vidas”.

De sua parte, a secretária de Saúde da PMCG, Luzia Pinto, registrou que desde o meio do ano que as dotações para o serviço de radioterapia se esgotaram, mas os procedimentos estão sendo mantidos com decisão do prefeito campinense.

Ela lembrou que o novo acelerador linear – que deverá acabar com a lista de espera para o tratamento de radioterapia – desencadeia “uma nova luta para melhorar o teto” da cidade junto ao Ministério da Saúde.

Em seu discurso, Osmar Terra (Pasta do Desenvolvimento Social) antecipou que “em breve” serão anunciadas “notícias importantes” para as crianças com microcefalia.

Titular da Pasta da Saúde, Ricardo Barros (deputado licenciado pelo PP/PR) disse que a ideia central do governo é fazer com que os pacientes viajem menos para fazer o tratamento oncológico.

O ministro não respondeu objetivamente acerca do pedido de aumento do orçamento de Campina para a radioterapia, em decorrência do funcionamento na cidade do 2º acelerador linear.

Barros anunciou que dia 10 de dezembro o seu ministério passará a executar, em tempo real, “o monitoramento de todas as ações de saúde”.

O ministro da Saúde só se permitiu poucas palavras à imprensa – cerca de 2 minutos – e evitou os temas de natureza política.

*fonte: coluna Aparte

Para ler a coluna inteira, a acesse aqui:

http://paraibaonline.net.br/p_aparte/

FONTE: Da Redação

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